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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Segurança nos Cosméticos

Preocupação com a segurança do consumidor deve ser um fator primordial

Produtos cosméticos interagem com a pele do consumidor de várias maneiras diferentes. Afinal, a compra é livre e a freqüência, bem como o modo de uso, pode ser infinitamente variável. Um adolescente pode lavar o cabelo duas vezes por semana com o mesmo xampu que sua mãe usa em dias alternados nos cabelos tingidos, e que seu pai utiliza duas vezes ao dia nos cabelos rarefeitos de calvície.

Este desafio significa apenas uma coisa: qualquer cosmético precisa garantir ao seu usuário margem de segurança, que é a garantia de segurança de uso de um produto cosmético sob as condições orientadas pelo fabricante, ou as condições previsíveis de uso.

Para garantir a margem de segurança de um produto cosmético é necessário observar a escolha adequada de seus componentes. Os ingredientes devem ter um perfil toxicológico conhecido e compatível com o uso em cosméticos. Outro ponto importante com relação a essa escolha diz respeito às concentrações utilizadas e às eventuais interações com outros ingredientes, que podem se tornar danosas ao usuário.

A comprovação da segurança dos produtos se dá por estudos em modelo pré-clínico ou clínico, de acordo com o tipo de efeito, categoria de produto, modo de uso, etc. As metodologias devem ser científicas e os resultados devem ser cuidadosamente analisados. Há também outras formas de verificar a segurança de um produto: avaliação de estabilidade da formulação, avaliação microbiológica, rótulos com instrução de uso claras e didáticas e ações de marketing com comunicação criteriosa que visem reduzir o risco de erro durante o uso do produto.

As reações adversas são crises em potencial para qualquer empresa, que podem ser resolvidas com uma ligação ao serviço de informação ao consumidor. No entanto, se forem conduzidas inadequadamente, podem repercutir de forma negativa para a marca.

Assim, é importante que os cosméticos tragam em seus rótulos orientações sobre os produtos usados na fabricação e o modo de usar. O consumidor também deve ter outros canais de comunicação (como um telefone de SAC) com o fabricante para saber como proceder em caso de reações adversas.

(Matéria extraida do Sebrae - Cosméticos)

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